Infelizmente, outras obrigações não têm deixado muito tempo para escrever esse ano, mas ainda assim consegui fazer algum progresso. Costumo me concentrar em dois projetos por vez, pois quando preciso parar para pensar melhor em uma cena, posso aproveitar meu tempo de escrita para progredir no outro. Dessa vez acabei ficando com três projetos devido à bagunça da vida, o que não recomendo para ninguém (T_T).
Principais:
Projeto Sci-fi (25%) – Como eu tenho pensado muito nele, acabou se tornando o projeto principal. Acredito que, pelo ponto em que estou, deve seguir sem maiores complicações.
Campos Erísios: A Jornada de Saklas (10%) – Se provou mais difícil de escrever do que eu antecipava. Vai ser um livro bem estranho em algumas partes, mas acredito que deve valer todo esforço.
Projeto infanto-juvenil (30%) – Tive uma ideia para uma novela infanto-juvenil que gostei bastante e que seria simples de escrever, com apenas em torno de vinte mil palavras. Só que estou acostumado a escrever histórias ligeiramente mais pesadas, então esse projeto se tornou um pouco mais difícil do que eu esperava. O próximo capítulo que preciso escrever é mais complicadinho, mais aí eu devo entrar no grosso da história, que deve se tornar território mais conhecido.
Outros:
Hecatombe Urbano – Apenas quando acabar um dos dois grandes projetos acima.
Khabash – Sem qualquer progresso essa ano. Devo me concentrar melhor nele apenas ano que vem, pelo ritmo atual.
Campos Erísios: O Julgamento de Samael – Segunda edição deve ficar pronta em um ou dois meses, então será publicada a versão digital. A versão física só quando aparecer uma verba extra (T_T), provavelmente mais perto de quando for publicar a sequência.
Esse foi o primeiro ano que saí com saldo positivo como escritor. O que não quer dizer muita coisa ainda, mas já é um começo. E também só foi possível pois duas das obras que publiquei foram financiadas com a ajuda da Lei Paulo Gustavo. Graças a isso, esse ano consegui publicar dois livros, um história em quadrinhos e uma novela. Além disso, três de meus contos foram publicados em publicações diferentes e um foi escolhido para ser publicado em 2026.
O que publiquei esse ano
Soma Zero – A Queda: Quadrinho cyberpunk, em parceria com o Gabriel Coppola. O lançamento foi bem legal e a obra teve uma recepção muito boa, principalmente a versão online em inglês.
Casa das Sombras Partidas: Parte das Crônicas das Terras Caídas. A resposta foi muito boa, em geral foi bem elogiado pela imersão. Teve uma recepção excelente na FLIM, o festival literário de Marília.
Carne Tomada: Sequência de Sangue & Cinzas e parte da trilogia da Corte de Sangue. Publicar sequência é algo complicado quando você é iniciante. Vendi mais Sangue & Cinzas com o lançamento de Carne Tomada do que ele em si, o que me fez reconsiderar sequências além das já prometidas, ao menos por enquanto. Se eu continuar com a série da Corte de Sangue após a trilogia inicial, serão apenas histórias fechadas e independentes.
Alcaesto: Uma novela jovem adulto e thriller tecnológico lançado na última semana de 2025. Começou como um roteiro para um curta que ficou muito grande e foi convertido em narrativa para participar do prêmio Kindle 2025. Está disputando até Abril, imagino, quando devem sair os resultados.
Contos
(você pode ler mais sobre eles e como acessá-los aqui).
Realidade Dissimulada, na revista O Autômato edição 07.
Rapadura Space Western, na antologia Fronteiras Siderais, Editora Mundo.
Ídolo do Caos, na antologia Cérebros para o Jantar, editora Cyberus.
Próximos projetos
Terminados:
Defensores da Liberdade: Reeditado e enviado para uma agência.
Soma Zero – A Ascensão: Roteiro com o Gabriel, mas deve ter alguns ajustes com o respaldo dele. Fecha a história que começou em Soma Zero: A Queda.
Próximos:
Esses são os três principais projetos com os quais devo fazer malabarismo esse ano. Os três estão delimitados e parcialmente escritos:
A Jornada de Saklas: Sequência e final da duologia Campos Erísios. Porém, pode ser lido antes de O Julgamento de Samael.
Khabash: Parte das Crônicas das Terras Caídas, focado na região da Ofionéia, que é baseada no Egito antigo. Estou pensando em uma forma alternativa de publicá-lo aos poucos, de forma digital. Vamos ver.
Projeto Sci-fi: Livro sci-fi hard(ish). Exploração no sistema solar.
Os dois projetos seguintes são desbloqueáveis.
Hecatombe Urbano: Final da trilogia da Corte de Sangue. Só depois de terminar a Jornada de Saklas.
Lucano: Parte das Crônicas das Terras Caídas, focada na civilização Estratana. Só depois de Khabash. A não ser que a forma alternativa de publicar Khabash funcione.
Assim como alguns contos e projetos secundários aqui e ali. Nada de nota enquanto ainda estão em estágio embrionário. O único que posso comentar é sobre um personagem desaparecido entre os dois primeiros livros da Corte de Sangue, que será importante no terceiro. Então gostaria de escrever uma novela sobre o que ele estava aprontando durante o segundo livro. Deve ser um aperitivo legal enquanto o terceiro livro não sai.
Carne Tomada é a sequência de Sangue & Cinzas, parte da série da Corte de Sangue. Enquanto cada livro tem uma história específica, Carne Tomada herda as consequências de alguns acontecimentos de Sangue & Cinzas.
Ainda é possível começar a leitura por Carne Tomada, se você quiser: Apenas um ponto de vista principal permanece do primeiro livro e há um resumo dos acontecimentos anteriores. Aliás, esse resumo é diferente e eu particularmente me orgulho dele: Não é um resumo do que aconteceu no primeiro livro e sim o que os personagens que têm pontos-de-vista em Carne Tomada sabem do que aconteceu no primeiro livro. Há até alguns mistérios que enriquecem as histórias de certos personagens se o leitor desconhecer a verdade. Em contraponto, ler o segundo livro estragaria algumas surpresas se você ainda pretende ler o primeiro.
O que é a Corte de Sangue?
É uma série de livros de terror e fantasia urbana, que mostra os vampiros da Corte de Sangue em São Paulo lidando com os Divergentes. São thrillers de investigação, violência e sangue.
A Corte de Sangue é a principal sociedade de vampiros, espalhada pelo mundo todo. Seus membros são capazes de se mesclar com a humanidade, vivendo entre eles como lobos em pele de cordeiro. A corte é uma organização feudal na qual reis dominam territórios grandes, geralmente países, ou então estados em países de grande extensão.
Em São Paulo, a Corte de Sangue era governada por Dom Luís Antônio Verdana, cujo território dominava todo o estado de São Paulo. Por motivos desconhecidos para a maioria dos vampiros da cidade, ele nomeou o rebelde príncipe Afonso como Regente de São Paulo, antes de desaparecer. O que desagradou alguns de seus aliados, inclusive o Príncipe Alberto, que sempre foi considerado muito parecido com o Dom.
A origem dessa série é a seguinte.
Eu e meus amigos jogamos RPG por muito tempo juntos, desde 1998. Introduzi meu grupo ao RPG e devo ter começado uns quatro ou cinco anos antes. Jogamos vários jogos, e eu mestrei por muito tempo Vampiro: A Máscara. Outros do grupo também mestraram e criaram seus cenários, mas eu mantive o mesmo mundo desde que começamos a jogar em 98. Os jogadores passaram por três crônicas interligadas até 2003, quando a White Wolf lançou a Gehenna e explodiu o mundo antigo.
Mais maduros, todo o grupo ficou excitado por começar um cenário novo, do zero. Então eu segui a tal Gehenna e o mundo que jogávamos terminou. Vampiro: a Máscara era mais gonzo, nós éramos adolescentes e muitas histórias eram muito mais Pulp e “super-heróis de presas”.
Na época eu assistia a várias séries, principalmente procedurais, como CSI. Então, eu tracei um plano de jogo de cinco anos, como se fossem cinco “temporadas”, com um grande evento no final. A crônica foi bem interessante, com essa cara de São Paulo na madrugada, mal iluminada e com poças de sangue. Bastante focada em investigação e assassinatos bizarros.
Essa crônica terminou apenas esse ano (2025), totalizando vinte e um anos, mas tecnicamente quatorze “temporadas”, pois a vida foi dificultando cada vez mais de jogar e algumas temporadas levaram alguns anos para fechar. Claro que a crônica evoluiu também. Acabou se tornando um pouco mais Pulp depois de uns sete anos e, depois de trocar para a segunda edição, os personagens também se tornaram mais super-heróis com presas. Mas ao menos pareceu mais conquistado, depois de tantos anos.
A crônica de Réquiem também herdou alguns personagens da crônica antiga, antigos npcs ou mesmo personagens de jogadores, que foram desconstruídos e remoldados de uma forma mais pé-no-chão. Mas os personagens originais pareciam que criavam vida, conforme os anos iam passando.
No começo, fiquei relutante de usar a crônica de base para uma série de livros, principalmente por medo de se tornar muito derivativo de Vampiro a Máscara ou Réquiem. Mas Réquiem já estimulava bastante a criar seu próprio cenário e muito dele era mais oferecer ferramentas para você criar sua história. Os personagens eram originais, assim como suas interações. Então o próximo passo foi definir o que era um vampiro nesse cenário e como eles funcionam.
Tudo começou com o outro livro que eu já havia escrito: Campos Erísios: O Julgamento de Samael. Também tem um pé no RPG (e falarei mais disso ano que vem, quando pretendo lançar uma sequência), mas consiste em um mundo que mistura o Discordianismo com o Gnosticismo, onde eu elevo ao ápice a máxima: Tudo é verdadeiro, até as coisas falsas. E este se torna um mundo onde as lendas se tornam reais.
No livro, eu escrevo um pouco do ponto de vista de um certo personagem. Só que foi muito pouco e eu fiquei fascinado em escrever mais com ele. E isso levou a escrever o primeiro livro da Corte de Sangue, onde ele volta a aparecer, mas também não foi possível colocar do ponto de vista dele, ou teria de fazer referências a coisas que aconteceram em outro livro. Portanto, só consegui usar o ponto de vista dele no segundo livro da Corte de Sangue, finalmente.
Então a Corte de Sangue se passa nesse mesmo mundo Discordiano-Gnóstico do Campos Erísios. Mas você não precisa lê-lo para desfrutar da série.
O próximo passo foi definir as lendas mais fortes do vampirismo, e criar uma versão dos vampiros europeus que a gente conhece, onde a crença influencia seus poderes. Para isso, levei em conta todas minhas histórias favoritas de vampiros, como Drácula, Crônicas Vampirescas, True Blood, Buffy, Vampiro: a Máscara, Vampiro: o Réquiem, entre tantos outros.
Então existem várias formas de se criar vampiros, mas algumas mais utilizadas do que outras. Precisei definir os poderes mais comuns, assim como as fraquezas. E a sociedade. Vampiro a Máscara começou com os clãs e acredito que é a origem desse tipo de divisão, mas desde Blade, Dresden Files, até diversos filmes e livros se inspiram em sociedades parecidas. Preferi algo mais local e feudal, inspirado parcialmente pelas Crônicas de Gelo e Fogo/Game of Thrones, com vampiros poderosos criando Casas com seus descendentes na cidade (talvez um ou outro mais antigo com casas que não se restringissem apenas a cidades). Um Dom e seus dois príncipes, inspirado parcialmente nas monarquias portuguesa e brasileira.
Só que se as crenças são tão importantes nesse cenário, há tantas lendas associadas a vampiros, e tão… divergentes do vampiro clássico europeu. O que acontece com elas?
Foi nisso que surgiram os Divergentes. E eles mudaram o cenário ainda mais. A maioria desses vampiros possuem uma aparência monstruosa e chamam muito a atenção, o que acabou por deixar os dois grupos um contra o outro.
Claro que é mais interessante se a gente começa com um período de paz e testemunha como que tudo dá errado.
Inicialmente, a série consiste no que eu chamo de a trilogia Deuses de Sangue: Sangue & Cinzas, Carne Tomada e Hecatombe Urbano. Essa é a história do confronto entre a Corte de Sangue de São Paulo com os Divergentes.
Potencialmente eu gostaria de escrever mais histórias da série. Realisticamente, séries são difíceis de conquistar mais leitores, principalmente quando você ainda é um escritor pouco conhecido. Então, por hora, pretendo apenas fechar essa trilogia. E talvez escrever uma ou outra história fechada, com outros personagens, em outros lugares ou épocas.
Porém, meu plano foi baseado no enredo de cinco anos que eu tracei para nossa crônica de Vampiro: o Réquiem em 2004. Deuses de Sangue seria o equivalente aos dois primeiros anos. A trilogia é sobre o conflito com os Divergentes e fecha com Hecatombe Urbano e não pretendo deixar pontas soltas. Ao menos, não óbvias. E então veremos se é possível seguir, ou se há alternativas de apresentar os outros “plot-points” de forma fechada, talvez com outros personagens? De toda forma, eu espero que os leitores gostem dos personagens apresentados e queiram ler mais sobre eles.
Sangue & Cinzas
Um corpo sem sangue e vazio de seus órgãos internos é encontrado no parque da Aclimação, o que já chama atenção demais para uma sociedade de vampiros que pretende permanecer escondida. O problema é que a vítima estava grávida. Se essa informação vazar ou se o assassino fizer mais vítimas, a atenção que pode atrair para a Corte de Sangue vai ser demais.
Os personagens principais de Sangue & Cinzas são:
O Coronel: juiz, júri e executor da Corte de Sangue em São Paulo há séculos, sempre acompanhado da fiel Rita Maria de Cássia. Esconde um passado que ao mesmo tempo tem orgulho e ódio.
Michele Figueiredo: Historiadora e arqueóloga em vida, nas noites de hoje é parte da nobreza da Corte de Sangue e trabalha para sua suserana em busca de artefatos. Sua curiosidade e humanidade podem colocá-la no meio de um conflito que não esperava.
Henrique Ribeiro: Um antigo templário, muito mais antigo do que a maioria dos vampiros, e que tem seus próprios planos para a cidade de São Paulo.
Carne Tomada
Quando a filha de um aliado do regente é raptada e os restos mal digestos de seus amigos largados no meio das ruas, a Corte de Sangue precisa descobrir se seus inimigos vêm de fora ou de dentro.
Personagens principais novos:
Adriano Farina: Um investigador recentemente transformado, depois de ter seus pulmões liquefeitos pelo câncer. Algo que sempre é obrigado a lembrar com a gosma escura que expele quando abusa demais de seus cigarros.
Jonas Oliveira: O ambicioso bispo de um culto vampírico que tem uma grande obra para realizar.
O carro-chefe do universo gnóstico-discordiano. Alexandre Gregori, um discordiano, descobre que o aspecto do demiurgo conhecido como Samael está na cidade de São Paulo, e seus asseclas planejam algo grande. Enquanto isso, o policial Marco Diosicário busca se reerguer, depois de uma série de decisões ruins. Alexandre precisa moldar um herói para destruir Samael, e Marco precisa encontrar um objetivo na vida.
Sangue & Cinzas (2021)
Primeiro livro da trilogia Deuses de Sangue, que apresenta a Corte de Sangue, vampiros territorialistas. Os vampiros da Corte de Sangue estão acostumados a serem os principais predadores na noite paulistana, infiltrando-se entre os humanos com promessas fúteis enquanto tomam o seu sangue em meio a sorrisos insinceros. Mas um assassinato grotesco vai levá-los a um confronto direto com os Divergentes, criaturas vampíricas oriundas de lendas antigas, inaptos para se misturar aos humanos – salvo em meio a seus dejetos.
As Filhas de Nicomedes (2021)
Uma novela das Crônicas das Terras Caídas, na cidade de Teápolis. Ao investigar a morte do pai, as filhas de Nicomedes irão confrontar o passado que deixaram para trás. Uma história introspectiva, baseada em tragédias gregas.
Campos Erísios: A Ilha Perdida no Tempo (2024)
Uma pequena coleção de histórias pulp com duas noveletas e um conto interligados e que se passam antes de O Julgamento de Samael. Alexandre Gregori é contratado pelo Colecionador para investigar uma ilha, que só aparece a cada 108 anos nos arredores de Santos.
Soma Zero: A Queda (2025)
Quadrinho cyberpunk. 2075. Depois de uma operação que dá errado, o hacker Zero é obrigado a fugir da Polícia Privada e vai parar nas favelas da cidade velha, onde vai contar com um punk de meia-idade para aprender a sobreviver.
Casa das Sombras Partidas (2025)
Livro das Crônicas das Terras Caídas, que se passa na cidade de Meridianápolis. Depois do massacre na ilha de Genisi, Macário busca vingança. Porém, é prontamente barrado pela ordem de assassinos locais. Junto a outros rejeitados, ele irá criar uma alternativa que não beneficie apenas os nobres. Só que Macário trouxe algo a mais de Genisi, algo disposto a lhe dar poder.
Próximos projetos (mais ou menos na ordem de prioridade)
Carne Tomada ( em breve)
Sequência de Sangue & Cinzas, já finalizada e nos últimos momentos para publicação.
Defensores da Liberdade
Parte do Universo Gnóstico-Discordiano, um spin-off YA de Campos Erísios, que não depende do leitor estar familiar com o primeiro. O livro está pronto, mas gostaria de trabalhá-lo um pouco mais.
Soma Zero: A Ascensão
Sequência de Soma Zero: A Queda, fechando a história. Roteiro praticamente pronto, só faltam alguns ajustes e então a produção da arte, que é bem mais trabalhosa do que minha parte.
Campos Erísios: A Jornada de Saklas
Projeto principal que estou escrevendo nesse momento. Sequência de O Julgamento de Samael, fechando a duologia. Não será necessário ler o primeiro antes desse, pois a ordem da leitura entre os dois não importa.
Projeto Sci-Fi
Uma space opera que está bem delimitada, é só sentar e escrever. Parte do universo científico.
Hecatombe Urbano
Final da trilogia Deuses de Sangue, que já está bem delimitada e rascunhada. Também gostaria de escrever mais histórias da Corte de Sangue futuramente, pois tenho várias ideias para o cenário.
Khabash
Parte das Crônicas das Terras Caídas, mostrando a região da Ofionéia. Delimitado e com umas 20 mil palavras prontas, mas provavelmente terei de retrabalhá-las.
Lucano
Um projeto das Crônicas das Terras Caídas mais complexo, que constrói com base nos outros livros e que fecha essa era do mundo. Talvez dois livros, dependendo da complexidade.
Os vampiros da Corte de Sangue estão acostumados a serem os principais predadores na noite paulistana, infiltrando-se entre os humanos com promessas fúteis enquanto tomam o seu sangue em meio a sorrisos insinceros. Mas um assassinato grotesco vai levá-los a um confronto direto com os Divergentes, criaturas vampíricas oriundas de lendas antigas, inaptos para se misturar aos humanos – salvo em meio a seus dejetos.
O Coronel, um vampiro linha-dura, é enviado pelo Regente para investigar o assassinato, o que vai levá-lo até o território dos Divergentes;
Michele Figueiredo é parte da nobreza da Corte de Sangue, mas sua curiosidade e humanidade podem colocá-la no meio de um conflito que não esperava;
Henrique Ribeiro é um jovem cristão, porém muito mais antigo do que a maioria dos vampiros. E ele tem seus próprios planos para a cidade de São Paulo.